A erva da alegria e da felicidade
O alecrim, planta nativa da região mediterrânea, foi muita apreciada na Idade Média e no período renascentista, aparecendo em várias fórmulas, inclusive a “Água da Rainha da Hungria”, famosa solução rejuvenescedora.
Elizabeth da Hungria recebeu, aos 72 anos, a receita de um monge, quando estava paralítica e sofria de gota.
Com o uso do preparado, ela recobrou a saúde, a beleza e a alegria. Madame de Sévigné,
escritora francesa, nascida em 1626 e falecida em 1696, recomendava a água de alecrim contra a tristeza.
Rudolf Steiner, filósofo e esoterista, afirmava que o alecrim é, acima de tudo, uma panta calorífera que fortalece o centro vital e age em todo o organismo.
Além disso, o alecrim equilibra a temperatura do sangue e, através dele, de todo corpo. Por isso, é recomendado também contra anemia, menstruação insuficiente e problemas de irrigação sanguínea.
É bom também para a queda de cabelo, para curar resfriados e bronquite e para a perda de memória, aumentando a capacidade de aprendizado.
Texto de J. Noronha, via e-mail
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