Orixás em poesia
Uma leitora deste blog, que se identifica apenas como Olga, dá a dica de um livro que os estudiosos e adeptos da mitologia africana vão adorar. O autor é Paulo Lourenço. Ele é de Lisboa, Portugal.
Na abertura da obra, Lourenço conta que, desde cedo, começou a escrever poesias e a interessar-se pelas artes, pela cultura, e pelas ciências ocultas, onde descobriu o gosto pelo esoterismo e iniciou-se no Tarôt e na Radiestesia.
A religião e a Filosofia sempre o atrairam, e, apesar de ser católico foi nas religiões afro-brasileiras e no culto aos orixás, que descobriu seu verdadeiro caminho espiritual.
Lourenço usa o pseudônimo “Ramiro de Kali”. É “Ramiro”, pelo seu gosto inato pelo povo cigano. “Kali” é uma homenagem a Santa Sara Kali, padroeira do mesmo povo.
Só como aperitivo leia este poema sobre Oxalá.
Eu vi uma pomba branca,
que vinha do alto do céu.
Vinha trazendo um recado,
que a todos nos encanta.Foi pai Oxalá quem escreveu,
para todo seu filho amado,
e para quem seu nome canta.
Diz para sermos todos irmãos.Que termine a guerra, começe a paz,
que termine o ódio, e acabe a dor.
Que não haja doença e sejamos sãos,
justiça e fé nos Orixás.Coração de criança e nos olhos amor,
haja alegria e déssemos as mãos.
Faremos assim um mundo diferente,
e ganhemos assim a nossa ascensão.À nossa espera papá Oxalá,
abre o caminho á nossa frente.
Ao nosso lado e a dar sua mão,
papá Ogum nos leva até lá.
Luz e amor é o nosso presente.
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Olá, Vinny
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Abraços