Pizzas indicam quando os EUA vão à guerra
Em princípio parece piada. Mas não julgue, antes de ler, de cabo a rabo, a história que vou contar. Ela é, no mínimo, pitoresca.
Nos primeiros dias de janeiro de 1991, o mundo inteiro esperava que os Estados Unidos se metesse na Guerra do Golfo, conflito militar iniciado em 2 de agosto de 1990 na região do Golfo Pérsico, com a invasão do Kuwait por tropas do Iraque.
Mas, imagine só, quem primeiro se deu conta de que o ataque seria deflagrado? O nome dele era Frank Meeks.
E quem era Frank Meeks? Não, não se tratava de um general do alto comando norte-americano, muito menos um agente da CIA.
Frank Meeks era dono de um bom número de franquias da Domino’s Pizza, em Washington.
Meeks tinha a mania de seguir de perto seu negócio, e, na noite de 16 de janeiro de 1991, notou que o número de pedidos de pizzas procedentes da Casa Branca, Pentágono e Departamento de Estado foi bem maior do que o habitual.
Somente para a Casa Branca, a Domino´s Pizza despachou mais de 50 pizzas.
Meeks logo pensou que uma ação militar estava a caminho. Sua conclusão baseava-se no fato de que a venda de pizzas também tinha aumentado, antes das invasões do Panamá, em 1989, e de Granada, em 1983.
Verdade ou não, o fato é que, no dia seguinte, uma coalizão de 29 países, liderada pelos Estados Unidos, detonou um massivo ataque aéreo contra o Iraque.
Aqui, “in Brazil”, a gente já sabe: pizza é sinal de que uma bandalheira política foi acobertada. :lol:









