Santo Sudário é autêntico, diz legista italiano
Pierluigi Baima Bollone, médico italiano e professor titular de Medicina Legal, na Universidade de Turim, na Itália, refuta a prova de Carbono 14, de 1988, que situa o Santo Sudário entre 1260 e 1390 d.C.
Recentemente, durante o lançamento de seu livro “O Mistério do Santo Sudário – Revelações e Descobertas para o Terceiro Milênio”, o legista afirmou que a peça é autêntica.
“Aposto tudo o que ganhei na vida se estiver errado”, ele desafiou.
O médico rechaça também a hipótese de que o Sudário seja uma pintura. Bollone esclarece que as manchas de sangue estão impressas na peça seguindo a forma do corpo humano, enquanto que o rosto de Jesus aparece de forma linear.
“Não é possível conseguir esse efeito por meio de uma pintura”, ele afirma.
Bollone quer fazer novo teste com o Carbono 14, mas com a adoção de metodologia diferente. Isso, no entanto, depende da aprovação do papa Bento 16.
Como se sabe, o primeiro dono do Santo Sudário foi Godofredo de Charny, natural da cidade de Lyrey. Nem ele nem sua família explicaram onde encontraram a mortalha.
O que se sabe é que Margarida, filha de Godofredo, resolveu dar o Sudário para a duquesa de Savoya, que o guardou dentro de uma caixa de prata, numa capela da cidade de Chamdbéry.
Ali ele ficou por 79 anos, até que um incêndio destruiu a capela. E também a caixa de prata. Só que, para surpresa geral, o Sudário ficou intacto. Milagre?
Hoje a misteriosa peça de pano está guardada na Catedral de Turim.










