Sexo pode acabar com guerra no Oriente Médio
O site pornô Parpar 1 (nome sugestivo, por sinal) tem um receita poderosa para pôr fim ao conflito entre palestinos e judeus: que eles façam sexo.
Para estimular a transa entre homens e mulheres dos dois povos, o Papar 1 exibe cenas eróticas, sob títulos do tipo Orgasmo no Talibã e Temor Árabe – temor aí só pode ser sinônimo de uma palavra mais picante (oops!)
“O que temos nos jornais todos os dias? Ataques, bombas, mortes. Se tivéssemos mais sexo, pensaríamos menos em nos atacar mutuamente, diz Shay Malul, uma das donas do site diplomático-sexual.
Papo Demorado
A idéia não deixa de ser interessante. Mas, não sei se dará certo. Será difícil despir uma muçulmana de carterinha ou convencer um rabino ortodoxo a expor suas partes pudendas.
A primeira terá que, antes, voltar-se para Meca e pedir licença a Alá, sem muita esperança de que o profeta mislâmico o conceda. O segundo terá que ter, antes de mais nada, um papo demorado – e põe demorado nisso – com seu sumo sacerdote.
Claro que há árabes doidões para pegar uma judia de jeito num kibuts e judeus que gostariam de saber o que é que uma muçulmana tem debaixo de sua hijab. Mas não são a maioria.
Além do que, o sexo só opera milagres quando é consensual. No caso específico de árabes e judeus, o sexo pode ser uma arma de dois gumes.
Seria um toma lá, dá cá, tão grande que, além da guerra de mísseis e homens-bomba, poderia haver uma nova contenda, muito mais complicada de resolver: quem dá pra quem.










